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Começa obra do novo pontilhão férreo

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Começou nesta semana a obra de construção de um novo pontilhão metálico para passagens dos trens sobre o Ribeirão Quilombo na altura do Jardim Lucélia, em Sumaré. A atual estrutura possui 7 metros de vão livre, enquanto a nova “ponte” será três vezes mais larga, com 21,5 metros de extensão, permitindo um maior fluxo das águas do rio e minimizando os episódios de cheias em localidades a montante (acima), como os jardins Primavera e São Domingos. A obra é fruto de um acordo firmado em fevereiro de 2016 entre a Prefeitura de Sumaré e a concessionária Rumo ALL (empresa que incorporou a antiga América Latina Logística).

Os serviços começaram pela instalação do canteiro de obras, numa área sob responsabilidade da concessionária situada às margens da Rodovia Walter Manzato, altura da Administração Regional Central, e pelas obras de sondagem e estaqueamento das fundações do novo pontilhão férreo.

Também foi construída, paralela à linha do trem, uma passarela provisória para pedestres e ciclistas, também metálica e com cerca de 30 metros de extensão, passando por cima do ribeirão. Além das equipes da construtora contratada pela Rumo ALL, atuam no local equipes de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Engenharia Civil da concessionária. Há toda uma preocupação com a segurança dos trabalhadores e pedestres. Os maquinistas dos trens que passam pelo local devem reduzir a velocidade e avisar que estão chegando quanto estiverem a 1,1 quilômetro de distância do canteiro de obras, por exemplo.

A construção do novo pontilhão férreo, que garante o “alargamento” do vão livre para passagem da água do Quilombo de 21 metros quadrados para cerca de 65 metros quadrados, foi acertado em uma reunião entre a chefe do Executivo e representantes da Rumo ALL em 25 de fevereiro deste ano. Na época, o investimento estimado inicialmente pela concessionária na obra, que deve levar de três meses para ficar pronta, era de R$ 3,5 milhões. O valor definitivo não foi divulgado.

O objetivo da obra é exatamente aumentar a capacidade de vazão do local, hoje considerado um dos “gargalos” do escoamento das águas do Quilombo quando chove muito. Além de o Ribeirão Quilombo fazer um “cotovelo” neste ponto, há a passagem sob a linha férrea, cuja aduela (o vão livre) pequeno estaria facilitando o represamento das águas das chuvas em situações de precipitação extrema.

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Nos últimos anos, a concessionária tem se demonstrado uma “parceira” do Município em diversas situações, como a viabilização do Orquidário Municipal e o projeto executivo para a construção de um novo viaduto neste mesmo ponto, que aguarda a liberação de verbas pelo Governo Federal.

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