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Convivência Ética nas Escolas de Sumaré: o apoio que faz a diferença!

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Medo, Bullying, violência escolar, cooperação, formação e desenvolvimento moral e da autonomia, ética, entre outros. Esses são alguns dos tópicos do Projeto Leitura, Convivência Ética e Cidadania nas Escolas de Sumaré. Com essa finalidade, de combater a violência e melhorar a convivência nas escolas municipais, a Prefeitura de Sumaré, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação, implantou na rede de ensino municipal esse projeto que está no segundo ano. A intenção é que toda escola seja um ambiente de aprendizagem solidário e acolhedor. Os trabalhos iniciados ano passado com os 5º anos são desenvolvidos numa parceria e apoio técnico do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (Gepem) e a editora Adonis, e neste ano beneficia mais de 20 mil alunos – da Educação Infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“É um excelente trabalho desenvolvido nas unidades escolares. Queremos garantir um ambiente de harmonia nas escolas, e com isso elevarmos os índices de aprendizagem dos nossos alunos. O projeto é muito importante porque trata vários assuntos ligados a essa faixa etária, tendo em vista que alguns problemas trazem implicações psicológicas terríveis na vida da criança e problemas no cotidiano da Escola”, explicou o prefeito Luiz Dalben.

O projeto Leitura, Convivência Ética e Cidadania, sob a coordenação da profª. drª. Luciene Regina Paulino Tognetta, oferece estratégias de apoio e acompanhamento aos docentes nesse processo de ensino-aprendizagem, e alcançará em 2019 quase a totalidade dos professores da rede. Ao todo, são mais de 23 turmas de formação em todas as unidades. Além do corpo discente, a formação abrange também grupos de alunos. Eles fazem parte das Equipes de Ajuda ‘Somos contra o Bullying’ – jovens do ensino Fundamental que foram eleitos pelos seus colegas para atuar como referência na escola e ajudar na resolução dos problemas de convivência. Eles são preparados para auxiliar os colegas em problemas de pequenos conflitos, como provocações, brigas, situações de isolamento e, principalmente, casos de bullying.

“As instituições de educação no Brasil têm sido desafiadas a incluir em sua estrutura curricular o planejamento de mudanças e a sistematização de ações que contemplem os problemas de convivência e a complexidade das relações entre as pessoas, inclusive é uma recomendação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)”, comentou a profª. drª. Luciene Regina Paulino Tognetta.

O importante é melhorar sempre a convivência entre os alunos. Diferentes investigações sobre bullyng têm mostrado que a eficácia dos programas de prevenção se dá pela participação efetiva dos alunos nas escolas. “São quatro éticas fundamentais que precisam ser trabalhadas nas instituições de ensino e exigem a formação dos professores para compreender, enfim, a escola é um local propício para a superação do bullying e das provocações, e para a formação das gerações futuras”, completou a doutora Luciene.

Entre os vários assuntos compreendidos no projeto está o medo, algo muito comum nas crianças. Daí, primeiro vem a formação dos professores, numa sequência didática e organizada por atividade, para que eles consigam trabalhar essa questão junto aos pequenos, já que o medo é o primeiro grande problema a ser enfrentado na vida. “O grande objetivo do GEPEM é fomentar cada vez mais a pesquisa e sua aproximação com a realidade escolar e com o desenvolvimento de investigações teóricas e aplicadas. E o apoio na execução desse Projeto Leitura, Convivência Ética e Cidadania tem sido de grande relevância para a nossa comunidade estudantil, tanto ao corpo docente como discente”, garantiu a secretária municipal de Educação, Mirela Cia.

  

CAIXA

A formação dos professores pelo Projeto Leitura, Convivência Ética e Cidadania faz parte da jornada de trabalho do CEFEMS (Centro de Formação de Educadores Municipais de Sumaré). Todas as atividades são planejadas, intencionais e sistemáticas. Cada professor recebe um guia e o aluno ganha uma caixa contendo livros temáticos sobre a caixa de segredos, a história dos nossos medos, história de chuva, os medos que a gente tem, além de acessórios para o desenvolvimento das tarefas, como prendedor de roupas, novelo de lã, adesivos, fitas coloridas, entre outros. As crianças levam os livros e atividades para casa, e executam juntamente com os pais, de acordo com a faixa etária, tanto leitura como as lições.  

“Se os pais acompanham a vida escolar do filho vão entender perfeitamente o valor desse projeto na formação da criança. Aqueles que são participativos sabem o porquê deste trabalho de convivência, que é muito amplo, e procura trabalhar, entre vários aspectos, o medo que a criança sente e que nem sempre fala aos adultos”, garantiu a coordenadora do projeto, formadora de professores do projeto e pesquisadora sobre Bullying, Darlene Ferraz Knoener.

Um dos temas trata exatamente o medo. Será que, se a gente somar a coragem e diminuir o medo, dividir as tristezas e multiplicar as ações para o bem, a gente consegue acabar com o bullying na escola? E a ansiedade: será que dá para controlar essa vontade de resolver tudo bem rapidinho?

São esses questionamentos que os professores que recebem formação estão aptos a responder às crianças! Ou seja, são livros preparados por professores para professores, e são frutos de uma pesquisa que aponta para as mais urgentes necessidades da escola e da prática docente.

 

BARRACA DO MEDO

Medo, uma palavrinha que causa pavor, temor, especialmente nas crianças! Só que esse tabu foi jogado por terra na II Exposição Cultural com o Projeto Leitura, Convivência Ética e Cidadania da EM Sabidinho. Inclusive, a ‘barraca do medo’ foi um dos pontos altos do evento estudantil. As pessoas entravam e interagiam com os alunos que estavam afiados para explicar sobre como controlar esse sentimento.

Foram expostos trabalhos belíssimos. Teve criança que expôs o ‘envelope surpresa do medo’. O painel ‘medos que a gente tem’ apontou as lendas sobre o Saci Pererê, Curupira, Lobisomen, Mula sem Cabeça, etc. Seguindo essa linha, outro grupo de alunos do 1º ano abordou imagens sobre o que deixa com medo. A lenda que dá medo também foi outro painel de exposição. Teve aluno que foi além, e falou dos medos mais preocupantes, como andar de avião e sair de perto da família. Tem criança, por exemplo, que tem medo até de insetos. Outros, de chuva e do escuro. E qual criança não tem medo de fantasma?

“Os alunos e professores da Educação Infantil, Fundamental e Médio estão inseridos neste projeto juntamente com a comunidade escolar, discutindo seus sentimentos, regras sociais e conflitos com o apoio de livros paradidáticos, especialmente elaborados para estas reflexões de forma lúdica e atrativa”, completou a secretária Municipal de Educação, Mirela Cia.

Pois é, essa exposição mostrou um pouco do sentimento das crianças em relação ao medo que sentem de determinada situação. E nessa linha de pesquisa, o projeto procura trabalhar esse sentimento ruim, que é o medo, e dar as respostas necessárias, assim como os problemas de violência, agressividade e bullying que têm sido comum em escolas, investigando suas causas e suas relações com os aspectos sociais, morais e afetivos necessários ao desenvolvimento moral.

 

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Unidades de Saúde da Rede Municipal de Sumaré recebem novos equipamentos e mobiliários

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Atenta às ações de prevenção contra a disseminação da Covid-19, a Prefeitura de Sumaré também tem se dedicado a oferecer um atendimento mais humanizado aos usuários da Rede Municipal de Saúde. Desde o começo do mês, unidades da Rede de Atenção Básica estão recebendo novos equipamentos e mobiliários, resultado de convênios federais e emendas parlamentares.

“Os investimentos na Saúde de Sumaré não param! Esses novos equipamentos chegam para contribuir no atendimento da população com mais qualidade e eficiência, sobretudo durante esse período delicado que estamos passando. Agradecemos aos nossos parceiros por viabilizarem a compra destes equipamentos e mobílias e também a todos os nossos colaboradores da Saúde, que trabalham diariamente para garantir uma saúde humanizada e digna à população”, destacou o prefeito Luiz Dalben.

Por meio de um investimento na ordem de R$ 1.255.000,00, fruto de emendas parlamentares, todas as unidades de Atenção Básica receberam equipamentos diversos. Foram recebidos, na última semana, 18 cadeiras odontológicas, 1 compressor odontológico, 24 mochos, 23 seladoras, 19 fotopolimerizadores de resina odontológicos e 24 ultrassons odontológicos.

Anteriormente, o município já havia recebido 24 aparelhos de ar condicionado, 28 armários de aço, 17 arquivos de aço, 214 cadeiras de escritório, 23 carros de limpeza tipo MOP, 21 estantes de aço, 68 mesas de escritório, 126 ventiladores e 3 veículos modelo Kwid.

A mesma proposta prevê, ainda, a chegada de 3 raios-x odontológicos, 11 armários vitrine, 6 balanças infantis, 16 braçadeiras para injeção, 1 cadeira para coleta de sangue, 16 centrais de nebulização, 18 computadores, 6 notebooks, 23 desfibriladores (DEA), 64 escadas com 2 degraus, 31 esfigmomanômetros para obesos, 20 estadiômetros, 21 focos ambulatoriais, 59 lanternas clínicas, 24 mesas de exames, 2 mesas ginecológicas, 23 oxímetros de pulso, 1 poltrona hospitalar, 6 datashows e 10 suportes para soro.

“Estes novos equipamentos e mobiliários vêm para modernizar ainda mais as nossas unidades de saúde. E, além de proporcionar um atendimento mais preparado e acolhedor à nossa população, também vão oferecer melhor estrutura de trabalho para os nossos colaboradores”, completou o vice-prefeito, Henrique do Paraíso.

Por meio de outro investimento, R$ 100 mil em recursos de programa ministerial, a Administração Municipal adquiriu 5 suportes de soro, 2 mesas de exames, 2 armários vitrine, 2 cadeiras de rodas e 2 carros hospitalares para o transporte de materiais. Os equipamentos serão destinados ao Hospital de Campanha, previsto no plano de contingência contra o coronavírus. Também foi adquirido 1 equipamento de limpeza tipo MOP para uso do PA (Pronto Atendimento) do CIS Nova Veneza.

A Rede Municipal de Saúde também receberá 1 compressor odontológico, 4 braçadeiras para injeção, 2 cadeiras para coleta de sangue, 2 carros hospitalares de curativo, 6 macas simples, 1 mesa ginecológica, 3 poltronas hospitalares, 3 negatoscópios, 3 aparelhos de ar condicionado, 13 armários de aço para escritório, 1 bebedouro, 12 cadeiras estofadas, 17 cadeiras de polipropileno, 10 computadores, 4 escadas de 2 degraus, 8 estantes de aço, 2 geladeiras, 1 gerador, 2 impressoras, 5 longarinas, 9 mesas de escritório, 1 mesa de mayo, 1 mesa de reunião, 1 micro-ondas, 1 TV e 1 no-break.

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Estatuto da Criança e do Adolescente completa 30 anos e Prefeitura de Sumaré lembra ações para a garantia de direitos

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Nessa segunda-feira, dia 13 de julho, o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal 8.069/90) – completou 30 anos. Principal instrumento normativo sobre o assunto no Brasil, o ECA fundamentou a construção de políticas públicas voltadas a crianças e adolescentes, com importantes contribuições para a ampliação do acesso à Educação, combate ao trabalho e à violência infantil, entre outras.

Visando à proteção e ao fortalecimento do sistema de garantia de direitos fundamentais preconizado no ECA, o município conta com diversos instrumentos e programas mantidos pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assitência Social (SMIADS).

Na Proteção Básica, em parceria com Organizações da Sociedade Civil, são oferecidos os SCFVs (Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) em 15 endereços descentralizados, com 1.518 pessoas sendo atendidas atualmente no município (entre crianças, adolescentes e idosos).

“Os serviços ofertados pelo Município têm caráter preventivo e proativo, com políticas públicas pautadas na defesa e afirmação dos direitos da criança e do adolescente, no desenvolvimento de suas potencialidades e no alcance de alternativas emancipatórias para o enfrentamento das vulnerabilidades em todas as suas esferas”, disse o prefeito Luiz Dalben.

Por meio do Programa “Criança Feliz”, são atendidas cerca de 600 pessoas, entre gestantes, crianças até 36 meses e suas famílias com Cadastro Único nos Programas Sociais do Governo Federal, além de crianças de até 72 meses e suas famílias inscritas no BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Ainda no programa de Proteção Básica, a Prefeitura oferece apoio integral a cerca de de 100 crianças e adolescentes em situação de gravidez precoce, assegurando aos filhos uma primeira infância sadia e de pleno desenvolvimento humano.

Sumaré também conta com programas que atuam em situações de violência no ambiente familiar, negligência nos cuidados e abandono de dependentes. O CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), órgão da SMIADS com sede em Nova Veneza, atende crianças e adolescentes, além de idosos e pessoas com deficiência e/ou situação de rua, oferecendo serviços de proteção social especial de média e alta complexidade.

Infelizmente, situações de violação dos direitos da criança e do adolescente são realidade no nosso país. Em Sumaré, entre os casos registrados pelo CREAS durante todo o ano de 2019, a negligência e o abandono foram maioria, com 41% do total, seguidos da violência psicológica (20%) e violência física (19%).

“Especialmente nesse período de pandemia que estamos enfrentando por conta da Covid-19, é necessário ainda mais atenção às crianças e adolescentes em situação de isolamento social e observação das situações de violência, fazendo denúncias para que as vítimas possam ser protegidas. Os dados nos mostram  que muitas das violências a que meninas e meninos estão submetidos acontecem dentro de casa e precisamos nos esforçar para ajudar e evitar tais violações”, alertou a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Sumaré, Waleria Atiani Neres Teixeira.

O CMDCA é uma expressão da chamada “democracia participativa”, prevista no art. 1º, parágrafo único e art. 204, II, da Constituição Federal, por meio da qual a sociedade civil organizada é chamada a debater com o governo os problemas existentes na área da infância e da juventude e, para estes, encontrar soluções efetivas e duradouras que assegurem seus direitos e sua proteção com absoluta prioridade.

Os canais para denúncias de violações de direitos são o Conselho Tutelar e o disque 100, ambos com atendimento 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As denúncias  são devidamente averiguadas e encaminhadas aos órgãos competentes.

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152 anos de Sumaré: Prefeitura inaugura exposição virtual nessa terça-feira (14)

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As comemorações dos 152 anos de Sumaré, celebrado no próximo dia 26, seguem durante todo o mês de julho. A programação resgata a história do município por meio de eventos organizados de forma a respeitar a necessidade de isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus.

Nessa terça-feira (14), a Prefeitura de Sumaré, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e com o apoio da Associação Pró-Memória, fará uma “live”, às 10 horas, na página oficial da Administração no Facebook (facebook.com/prefeituramunicipaldesumare). A transmissão ao vivo vai inaugurar a exposição virtual “A Esperança no Sonho Floriu” e o  vídeo ficará disponível para  ser conferido posteriormente.

A mostra contará com painel de fotos e sugestão de livros sobre a história e curiosidades da cidade, além de objetos e móveis antigos. “Todo o material estará exposto na Biblioteca Municipal Professor Plínio Machado da Silva e será apresentado ao público em formato de vídeo, com a participação dos professores de teatro e dança da Prefeitura, Laudemir Merlini, Lino Bispo e Cah López, caracterizados como personagens da época”, explicaram os organizadores.

“Essa foi uma forma que encontramos de fazer com que os munícipes possam participar dos eventos durante esse mês tão festivo para nossa cidade, divulgando informações sobre a história e falando, mais uma vez, sobre o orgulho que temos da nossa querida Sumaré. Mas, claro, tudo isso de forma segura, evitando aglomerações, priorizando e protegendo a saúde da nossa população”, disse o prefeito Luiz Dalben.

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