Fevereiro de 2026 tem agenda estratégica de dividendos para investidores em Sumaré-SP

Fevereiro de 2026 anuncia pagamentos que prometem reforçar renda passiva em Sumaré-SP

O mês de fevereiro de 2026 apresenta uma agenda de dividendos mais enxuta na Bolsa brasileira, porém com importantes pagamentos programados para reforçar o caixa dos investidores já nas primeiras semanas de março. Entre as companhias que se destacam estão Banco do Brasil (BBAS3), IS Energia e Telefônica Brasil (VIVT3), além de nomes como Itaú, Itaúsa, Camil, JHSF e Iguatemi.

Destaques dos dividendos para março de 2026

Banco do Brasil (BBAS3) paga Juros sobre Capital Próprio

O Banco do Brasil anunciou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor bruto de R$ 0,219 por ação, com data-com em 23 de fevereiro e pagamento previsto para 5 de março. Considerando a nova tributação de 17,5% para JCP em vigor desde 1º de janeiro de 2026, o valor líquido por ação será próximo a R$ 0,18.

Para investidores locais, por exemplo, com 679 ações, o pagamento líquido deve atingir aproximadamente R$ 122,67. Segundo o método Bazin, o preço teto para BBAS3 é estimado em torno de R$ 31, indicando oportunidade para quem busca investimento de longo prazo focado em dividendos.

IS Energia oferece dupla de dividendos para março

IS Energia também tem dividendos programados, com data-com em 26 de fevereiro e pagamento em 31 de março. Os valores brutos são de R$ 0,72 para ações com final 3 e R$ 0,84 para final 4. Após a tributação de JCP, o valor líquido estimado por ação fica próximo de R$ 0,69. Um investidor com 336 ações pode receber cerca de R$ 69,30 líquidos.

Telefônica Brasil (VIVT3) confirma dividendo e redução de capital

A Telefônica Brasil destaca-se pela combinação de proventos: dividendo regular de R$ 0,10 por ação com data-com em 23 de fevereiro e pagamento em 30 de abril, além de redução de capital no valor de R$ 1,23 por ação, com pagamento previsto para 31 de julho. A redução de capital representa um yield estimado superior a 3%, reforçando o apelo para investidores interessados em renda constante.

O preço teto para VIVT3 é de aproximadamente R$ 21,78, calculado com base na média dos dividendos dos últimos cinco anos e yield de 6%.

Outros dividendos confirmados em fevereiro

A agenda do mês inclui ainda pagamentos de Iguatemi (IGTI11/IGTI34) com data-com em 19 de fevereiro e pagamento dia 5 de março, ALOS3 com as mesmas datas, além dos pagamentos mensais da JHSF e dividendos de Itaú (ITUB) e Itaúsa (ITSA4). A Camil (CAML3) tem pagamento previsto para 9 de março, com data-com em 27 de fevereiro, e MDIA3 realiza pagamento em 27 de fevereiro.

Investidores devem ficar atentos ao tipo de provento: dividendos seguem isentos de Imposto de Renda enquanto os JCP sofrem retenção na fonte.

Fundos imobiliários poderão ampliar receita em março

A expectativa está na divulgação dos dividendos do XPML11, que historicamente distribui cerca de R$ 52 para posições semelhantes às analisadas. Se confirmado, o total projetado em dividendos para março poderá se aproximar de R$ 1.000, possivelmente superando o recorde anterior de R$ 1.113,34 registrado em março de 2025.

Dividendos como base da renda passiva para investidores de Sumaré-SP

Para os investidores que focam em renda passiva em Sumaré e região, os dividendos seguem sendo o “oxigênio” da carteira, oferecendo fluxo de caixa recorrente e potencial crescimento do patrimônio. Mesmo com calendário mais modesto em fevereiro, a combinação de setores como bancário, elétrico, telecomunicações e fundos imobiliários aponta para perspectivas excepcionais no começo de março de 2026.

O mês nem começou e as projeções já indicam um dos melhores ciclos para geração de renda a partir de dividendos na Bolsa brasileira.