quinta-feira, junho 21

O ISSRV libera nota se desculpando de caso UPA Macarenko de Sumaré

Com relação ao ocorrido na UPA Macarenko, na cidade de Sumaré, às 19h da  terça-feira, 09/01, o ISSRV (Instituto Social Saúde Resgate à Vida), órgão responsável pela gestão da unidade, comunica que lamenta  profundamente o fato, se solidariza com o paciente e pede desculpas à população de Sumaré.

Segundo o Liberal, um paciente foi arrastado pelo braço para fora da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Macarenko, em Sumaré, por um segurança da unidade. O caso ocorreu na noite de terça-feira (9). Um vídeo gravado por um outro paciente que estava no local mostra o homem deitado no chão, e logo depois um segurança colocando luvas e arrastando-o.

Ressaltamos que o acontecido fere a conduta de trabalho preconizada pelo Instituto, a qual valoriza, acima de tudo, a humanização no atendimento. Informamos que as providências administrativas cabíveis já foram tomadas,  com a remoção do controlador de acesso envolvido. Importante esclarecer que o caso foi uma ocorrência isolada e nossos funcionários, tanto os diretos quanto os contratados por meio de terceirizadas, recebem o devido  treinamento contínuo. Diante do ocorrido, já solicitamos novo treinamento, a fim de evitarmos eventual reincidência.

Quanto ao atendimento médico, salientamos que, de acordo com o relatório da enfermagem, o paciente deu entrada na unidade às 16h57, trazido por familiares, com quadro de crise convulsiva. Foi medicado às 17h e recebeu alta após ter jantado, às 18h, consciente. O paciente permaneceu na recepção, aguardando solução para seu transporte, uma vez que seus familiares haviam ido embora.

Referente aos questionamentos da Tribuna Liberal, o fato de o paciente estar deitado no chão diz respeito a uma conduta dele, a qual só podemos especular e não afirmar com certeza, mas provavelmente deve-se à insatisfação de ter ficado sem meio de retornar para casa. O mesmo agrediu apenas verbalmente as funcionárias da recepção e não atendeu aos reiterados pedidos de cooperação e de que se sentasse em uma cadeira, os pacientes presentes mostraram-se temerosos diante do comportamento do mesmo. A GCM havia sido chamada, mas até o momento do ocorrido não havia chegado à unidade.

Foto: Ilustrativa