segunda-feira, Fevereiro 19

Professores protestam em Sumaré

Um grupo de 40 professores temporários, que ocuparam os cargos na rede pública de Sumaré entre 2014 e 2016, protestaram na manhã deste domingo em frente a prefeitura. Eles cobraram os depósitos de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) que não teriam sido feitos durante a gestão Cristina Carrara (PSDB). A ex-prefeita diz desconhecer o fato dos pagamentos não terem sido feitos.

Segundo o Sindissu (Sindicato dos Servidores de Sumaré), o montante da dívida com os 120 professores que estão nesta situação chega a R$ 1 milhão, por isso, caso acionem a Justiça para cobrar os valores devidos eles entrariam para a lista de precatórios, podendo demorar até 10 anos para receber o direito trabalhista.

Thiago Augusto (TV Hortolândia)