terça-feira, Maio 22

Secretários de Sumaré visitam Indaiatuba em estudo para a criação de parque linear no Córrego Pinheirinho

Sumaré, 04 de maio de 2018.

 

            Representantes da Prefeitura de Sumaré realizaram uma visita técnica na cidade de Indaiatuba nesta sexta-feira, dia 04, como parte dos estudos que vêm sendo realizados para a criação de um Parque Linear no entorno do Córrego Pinheirinho, que deságua na Represa do Marcelo, região central. A cidade de Indaiatuba possui um parque linear com área de aproximadamente 15km², sendo uma das referências da região.

Realizaram a visita técnica os secretários municipais de Planejamento, Welington Domingos Pereira, de Obras, Éder Ruzza, e de Meio Ambiente, Carlos Barijan. “Além de se tornarem áreas de lazer para a população, os parques lineares também têm a função de recuperar a mata ciliar no entorno dos rios, evitando riscos de transbordo e ainda criando novos cinturões verdes dentro do perímetro urbano. Por isso, iniciamos esses estudos para a implantação deste que será o primeiro parque linear de Sumaré”, comentou o prefeito Luiz Dalben.

“A visita foi importante para entendermos na prática os benefícios de um parque linear para a população e para o meio ambiente, além de conhecermos mais de perto os desafios para sua criação”, explicou o secretário municipal de Planejamento, Welington Domingos Pereira.

A equipe de Sumaré foi recebida em Indaiatuba pelos secretários Robenilton Oliveira Lima (Obras e Vias Públicas), Leandro Dias de Souza (Urbanismo e Meio Ambiente) e Rubens de Oliveira (Planejamento Urbano e Engenharia).

 

PARQUE LINEAR

Os Parques Lineares são obras estruturadoras de programas ambientais em áreas urbanas, sendo muito utilizados como instrumento de planejamento e gestão de áreas urbanas degradadas. Eles se constituem de áreas lineares destinadas tanto à conservação como à preservação dos recursos naturais, interligando também fragmentos de vegetação nativa e outros elementos encontrados em uma paisagem, formando, assim, corredores ecológicos. O espaço pode servir também para atividades de lazer, cultura e rotas de locomoção não motorizada, como ciclovias e caminhos de pedestres.