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Usina de resíduos volta a produzir com capacidade máxima em Sumaré

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A Usina Municipal RCC – Resíduos da Construção Civil voltou a operar com capacidade máxima em Sumaré, isto depois de um período em manutenção, para a troca dos martelos e regulagem em geral.

Diariamente são trituradas aproximadamente 45 toneladas de pedra brita – utilizada em serviços de infraestrutura. Em pleno funcionamento, a usina gera economiza ao município, especialmente nas obras de recuperação de ruas (recapeamento das vias públicas), terraplanagem e compactação de solo das estradas rurais. Além disso, também tem papel importante na preservação do meio ambiente, pois a Administração Municipal dá o destino correto para a maioria dos materiais, antes levados para aterro sanitário.

A Usina Municipal RCC é licenciada junto aos órgãos ambientais e está apta a produzir. “Além de gerar economia, já que os materiais que chegam são restos de entulhos de construções dos sumareenses e das regionais que são processados, há ainda a questão da preservação do meio ambiente, pois esse material seria depositado no aterro, e em nosso Município está tendo utilidade”, explicou o prefeito Luiz Dalben.

Em Sumaré, a Lei Municipal n° 4.169 de 12 de maio de 2006 é específica para destinação de RCC’s e determina a quantidade de entulhos e materiais que pode ser destinado. A legislação permite que os moradores destinem até 50 quilos de RCC aos pontos de coleta das Regionais, e no caso das empresas consideradas ‘grandes geradoras’, elas ficam encarregadas de destinar corretamente os entulhos através de empresas especializadas.

A seleção dos materiais é feita nas sete Regionais, pois nem tudo pode ser utilizado. São aceitos restos de tijolos, cerâmica, concreto, rocha, argamassa, telhas, reboco, entre outros. A Usina Municipal RCC está localizada na Avenida João Argenton, nº 3.331 (próximo à divisa com Nova Odessa).

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CPFL Paulista realiza obras de expansão na rede elétrica de Sumaré

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A CPFL Paulista, distribuidora que atende 4,6 milhões de clientes em 234 municípios no Estado de São Paulo, deu início às obras de expansão do sistema elétrico da cidade de Sumaré. A companhia investirá R$ 10,9 milhão no projeto de construção de uma nova subestação de energia com sete alimentadores, além da modernização e automatização da rede, garantindo uma melhor redistribuição da energia e um fornecimento mais robusto e eficaz aos 95 mil moradores da cidade. 

Residências, indústrias, hospitais e comércios de Sumaré serão beneficiados pela obra, que envolve ainda a melhoria do sistema secundário de distribuição de energia na cidade. Além de Sumaré, as melhorias também vão chegar a 30 mil clientes de Campinas e Paulínia que estão interligados no mesmo sistema elétrico. 

Ao todo, a companhia ampliará, até 2021, em 21,3 quilômetros a rede de distribuição de energia, beneficiando o município com novos circuitos alimentadores, trazendo melhorias importantes para a prestação do serviço com qualidade, confiabilidade e segurança. 

“Neste período de pandemia, estamos trabalhando para garantir o fornecimento de energia com excelência, tanto em curto como em longo prazo. Por isso, estamos seguindo com as obras, cujo objetivo final é garantir a confiabilidade e a segurança do serviço para todos os clientes e assegurar uma infraestrutura de distribuição que comporte a expectativa de crescimento dos municípios. Os nossos colaboradores estão seguindo todas as medidas de saúde e segurança determinadas pelos órgãos de saúde”, diz Roberto Sartori, presidente da CPFL Paulista. 

Os investimentos fazem parte do compromisso da CPFL Paulista com a garantia de um fornecimento de energia cada vez mais sólido para os consumidores. Vale ressaltar que, para garantir a segurança dos profissionais, da comunidade e da própria rede, eventualmente é necessário desligar parte do fornecimento de energia das regiões em que as obras ocorrem.

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Abastecimento de água fica comprometido em bairros de Sumaré, confira:

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Nesta terça (11), uma manutenção preventiva na captação de água bruta do Rio Atibaia pode afetar o abastecimento de água em 42 bairros de Sumaré. 

Segundo a BRK Ambiental, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto, a obra será de manutenção preventiva, com objetivo de garantir a plena operacionalização do sistema. 

Por conta da intervenção, bairros da região do Matão, Área Cura e Maria Antônia podem apresentar oscilações no abastecimento durante hoje (veja a lista completa dos bairros afetados abaixo). A previsão é que o abastecimento seja totalmente regularizado até o final da noite. 

Por causa da situação, a concessionária reforçou o pedido para consumo consciente por parte da população. Em caso de dúvidas os moradores podem ligar para o número 0800 771 0001.

Veja os bairros:

  • – Conjunto Habitacional CDHU; 
  • – Jardim Aclimação; 
  • – Jardim São Judas Tadeu I; 
  • – Residencial Recanto das Árvores; 
  • – Residencial Emilio Bosco; 
  • – Condomínio Jatobá; 
  • – Jardim Barcelona; 
  • – Jardim Casa Verde; 
  • – Jardim das Estâncias; 
  • – Jardim Eunice; 
  • – Jardim Martins; 
  • – Jardim Minezotta; 
  • – Jardim Nova Terra; 
  • – Jardim Paraíso I; 
  • – Jardim Paraíso II; 
  • – Jardim Santa Clara; 
  • – Jardim Santa Julia; 
  • – Jardim Santa Rosa; 
  • – Jardim São Gerônimo; 
  • – Jardim São Luis; 
  • – Parque Fantinatti; 
  • – Parque Residencial Regina; 
  • – Residencial Ideal Flamboyant; 
  • – Residencial Parque Pavan; 
  • – Vila Diva; 
  • – Chácara Novo Horizonte; 
  • – Parque Progresso I; 
  • – Parque Progresso II; 
  • – Jardim Lucia; 
  • – Alto de Rebouças; 
  • – Jardim Dallorto; 
  • – Jardim Santa Carolina; 
  • – Jardim Volobueff; 
  • – Parque Residencial Salerno; 
  • – Jardim Maria Luiza; 
  • – Cidade Nova; 
  • – Conjunto Habitacional Angelo Tomazin; 
  • – Jardim Amélia; 
  • – Jardim dos Ipês I; 
  • – Jardim dos Ipês II; 
  • – Jardim Maria Antônia, 
  • – Jardim Viel; 
  • – Parque Florely; 
  • – Parque das Indústrias.
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Assentamentos de Sumaré e a agricultura familiar: geração de trabalho e renda e turismo rural!

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Os três assentamentos de Sumaré e a agricultura familiar: uma combinação que ao longo dos anos tem gerado trabalho e renda, além de importante fomento na economia da cidade através do turismo rural. A tradicional Festa da Mandioca que acontece anualmente, por exemplo, atrai milhares de visitantes de várias cidades da região e do Estado. Um conjunto de fatores – da estrutura rústica com capacidade para atender a um grande número de convidados e a receptividade ao cardápio – encanta. Além disso, os locais também oferecem trilha para passeio – saindo do Assentamento até o Horto Florestal. A agricultura é usada como experiência de irrigação de universidades e outros centros de pesquisa, e a produção orgânica, agroecologia e Sistema de Agrofloresta são certificados.

“Os assentamentos fazem parte do turismo rural do nosso município, que inclusive já receberam estudantes de outros países, além de pesquisadores, que vieram visitar esse exemplo de reforma agrária que deu certo, e oferecem a belíssima Festa da Mandioca com pratos derivados da mandioca – que é uma das culturas praticadas pelos produtores – evento tradicional e que nos orgulha pela grandiosidade”, disse o prefeito Luiz Dalben.

Ano passado, por exemplo, a Festa da Mandioca entrou em sua 22ª edição (esse ano, por conta da pandemia do coronavírus não pode ser realizada). O evento promovido pela Associação de Moradores João Calixto da Silva, com o apoio da Prefeitura de Sumaré, repetiu o sucesso dos anos anteriores. Mais de 15 mil pessoas passaram pelo recinto nos três dias de festança. Foram utilizadas três toneladas de mandioca, além de consumidos cento e vinte quilos de torresmo, mil cachorros-quente, trezentos frangos assados e etc.

A festa é realizada sempre no mês de junho e atrai famílias inteiras, proporcionando um cardápio com as delícias derivadas da mandioca, entre elas, os famosos ‘caldo de mandioca’ e ‘vaca atolada’, mandioca frita, tapioca, bolo de mandioca, pudim de mandioca, além de outras guloseimas (pastel, cachorro quente, lanche de pernil, milho verde, frango assado, maça do amor, moranguinho com chocolate e bebidas), e atrações (moda de viola, bailão, bingo, pesca).

A implantação dos Assentamentos fortaleceu a agricultura familiar em Sumaré, gerando trabalho e renda no campo, com a agropecuária. O sucesso no processo de produção e no cultivo dos alimentos contribui para a subsistência das próprias famílias, no consumo diário, e permite a venda do excedente. De olho numa logística para favorecer os produtores e dar vazão à colheita conta com uma cooperativa que participa de vários projetos, fornecendo alimentos para a Merenda Escolar de escolas de Sumaré e de outros municípios da região.

Além da agricultura, o artesanato também é um dos pontos fortes nos três Assentamentos, especialmente o da Fibra da Bananeira. Ou seja, a partir do reaproveitamento de resíduos vegetais são confeccionadas lindas peças de artesanato. Há mais de 10 anos as mulheres utilizam essa técnica na produção de artigos diversos e de qualidade: bolsas, pufs, almofadas, chapéus, cestos, guirlandas, caixas decoradas e vários artigos exclusivos. Os trabalhos podem ser conferidos na Feira de Artesanato, que acontece mensalmente na Praça Manoel de Vasconcellos, região central de Sumaré.

PRODUÇÃO ORGÂNICA

O Assentamento I (localizado naEstrada Taquara Branca, km 1,5, no Horto Florestal) foi o primeiro a ser implantado no Brasil. Começou com 45 famílias e é referência. Por ter sido o pioneiro é o que mais recebe visitas anualmente, incluindo escolas públicas e privadas de várias localidades, até de outros países, sendo de grande importância no fortalecimento do turismo pedagógico e rural. Os Assentamentos II e III contam com produção orgânica, agroecologia e Sistema de Agrofloresta certificados pela SPG (Sistema Participativo de Garantia) e ANC (Associação de Agricultura Natural de Campinas e Região).

O Assentamento II surgiu em maio de 1985, com a ocupação do Horto da Boa Vista. Em 1988 as famílias foram transferidas para o Horto Florestal de Sumaré (Estrada Municipal Teodor Condiev, Km 2,5) e assentadas de forma definitiva. A comunidade produz uma diversidade de alimentos como goiaba, mandioca, banana, legumes e hortaliças e pequenos animais como galinha caipiras e porcos, que somada às várias atividades desenvolvidas e a forte participação dos jovens no turismo rural, garante melhores condições de vida.

O Assentamento II tem 75 famílias, incluindo titulares e agregados (parentes), totalizando aproximadamente 290 pessoas que se dedicam à agricultura familiar. Sempre no mês de aniversário os moradores realizam a tradicional Festa do Assentamento II e do Padroeiro da Comunidade Divino Espírito Santo, com foco na difusão da culinária e da cultura local.

Já o Assentamento III (Estrada Teodor Cundiev, Km 1, Horto Florestal) foi criado no ano de 2000 por um processo de seleção pública das famílias. Conta com a Associação de Moradores do Assentamento III (AMAS III), Comunidade Religiosa e Educação para Jovens e Adultos. Sua produção de frutas é diversificada: goiaba, abacaxi, banana, morango, figo, laranja, e etc.

O grupo de mulheres faz compotas de doces (figo, goiaba, banana, morango, laranja, mamão) e geléia de abacaxi com pimenta – disponíveis o ano todo conforme as frutas da época, além da confecção de biojóias (colares, pulseiras, brincos feitos com sementes e materiais artesanais), sabonete de ervas e embalagens rústicas decoradas com papel de café.

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