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Uso de máscara e orelhas em abano: cirurgião plástico esclarece dúvidas

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O uso de máscara é uma das principais formas de combate contra a covid-19. A máscara protege e é fundamental para prevenir o contágio do novo coronavírus.  Embora a maioria dos brasileiros já tenha se adaptado ao seu uso, obrigatório em todo o país, as queixas com relação ao acessório ainda são bastante frequentes. Os principais incômodos relatados são os óculos embaçados, lesões no nariz e receio da máscara acentuar as orelhas de abano.

O cirurgião plástico Samir Eberlin, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), explica que em algumas pessoas o uso frequente de máscara deixa as orelhas mais evidentes. “Para muitos pacientes, esta exposição gera bastante desconforto. E o maior receio é de que o uso constante da máscara cause uma lesão permanente”, comenta Eberlin.

O medo do uso da máscara afetar a estrutura das orelhas tem gerado muitos questionamentos nos consultórios e também na internet.  Mas o cirurgião afirma que não há motivos para esta preocupação. Segundo ele, o uso contínuo das máscaras não provoca deformação nas orelhas. “Apesar do desconforto causado durante o uso da máscara, quando a pessoa retira o acessório, a orelha volta ao seu posicionamento normal sem danificar a anatomia da região”, garante.

O desconforto com o formato e o tamanho das orelhas é uma queixa comum entre muitos brasileiros, mesmo antes das máscaras entrarem em cena. A cirurgia da orelha, também conhecida como otoplastia, está entre os dez tipos de cirurgia plástica mais realizados no Brasil, de acordo com os dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O procedimento pode melhorar a forma, a posição e a proporção das orelhas.

Samir Eberlin esclarece que a otoplastia é indicada para corrigir deformidades menores nas orelhas, beneficiando a aparência e a autoestima do paciente. “Popularmente chamada de ‘orelha de abano’, esta condição costuma causar muitos problemas, principalmente para jovens e crianças, muitas vezes vítimas de bullying”, comenta Eberlin. Em casos de orelhas em abano, os resultados da otoplastia são quase imediatos. As cicatrizes cirúrgicas ficam escondidas atrás da orelha ou em suas dobras naturais.

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Projeto de lei de Deputado Dalben que assegura ao aluno deficiente prioridade na matrícula

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De autoria do deputado estadual Dirceu Dalben (PL), o Projeto de Lei nº 463/2019, que assegura ao aluno deficiente prioridade na matrícula em escola pública estadual mais próxima de sua residência, recebeu parecer favorável da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) nesta terça-feira, dia 1º. A proposta também já havia sido aprovada pelas comissões de Educação e Cultura e Constituição, Justiça e Redação.

Além de assegurar aos alunos portadores de qualquer tipo de deficiência a matrícula na escola estadual mais próxima de sua residência, o projeto de lei também prevê que as unidades de ensino promovam a devida acessibilidade para o atendimento desses alunos, seja estrutural, comunicacional ou em recursos humanos, com profissionais qualificados.

“Com este projeto de lei, nosso objetivo é garantir a todos, sem distinção, o acesso à Educação e ao conhecimento, além de assegurar o pleno desenvolvimento dos alunos com deficiência, promovendo a inclusão social e oferecendo a eles mais qualidade de vida”, explicou o deputado.

Durante a reunião da Comissão de Finanças, a proposta foi elogiada por outros parlamentares. Os deputados Paulo Fiorillo e Welington Moura destacaram que o projeto de lei beneficia não só as crianças, mas também seus responsáveis. O deputado Alex de Madureira completou explicando sobre os benefícios aos alunos autistas, que muitas vezes apresentam dificuldades em utilizar o transporte público.

“As crianças portadoras de alguma restrição de locomoção, seja física ou intelectual, não podem ficar fora da escola por este motivo, devendo o estado criar mecanismos que assegurem o aprendizado e o convívio no ambiente escolar”, reforçou Dalben.

O projeto segue agora os trâmites da Casa de Leis, para posterior apreciação dos deputados estaduais em sessão plenária. 

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Pandemia muda campanha e Santinho Digital é solução para chegar ao eleitorado

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Empresa de Sumaré cria ferramenta adaptada para o novo normal eleitoral

A pandemia do novo coronavírus impôs uma série de mudanças às eleições municipais de 2020, como dispensa da identificação por biometria e alterações nas datas de votação. As campanhas também terão de se adaptar ao novo cenário, já que o distanciamento social é uma das principais medidas para conter a contaminação da Covid-19. As estratégias do corpo a corpo deverão dar cada vez mais espaço à campanha digital.

De olho no novo normal eleitoral, a empresa Trend Cards, com filial em Sumaré, criou a plataforma Santinho Digital. Os sócios da empresa Marlon Rodrigo Malachias, especialista em Marketing Digital, Rafael Mello, especialista em experiência do usuário, e Paulo Henrique Santos, responsável pela Divisão de Marketing Político, explicam que a solução é mais que uma versão digital do santinho impresso. “É um conjunto de ferramentas que aproxima o candidato dos eleitores. A pandemia deve restringir as estratégias do corpo a corpo e as ferramentas digitais são o caminho para o candidato chegar ao maior número de eleitores possível”, comenta Marlon.

O Santinho Digital é composto por três produtos. O primeiro é o Cartão Digital, com foto, links para redes sociais e WhatsApp para o período pré-campanha.

O segundo produto é o Santinho Digital de Campanha que, além dos recursos do Cartão Digital, traz o número oficial do candidato, logo do partido e pode conter foto ao lado do candidato a prefeito.

E o terceiro produto é o Site Personalizado, onde o candidato pode compartilhar sua proposta, opinião e trajetória. O site também tem ferramentas de engajamento permitidas pela Justiça Eleitoral, como captura de e-mail por meio de chatbot e link para plataformas para captação de doações.

Para os criadores da ferramenta, a solução reforça a presença digital do candidato, aumentando a sua reputação e também a do partido. “As eleições municipais de 2020 serão as mais digitais da história, principalmente em função dos efeitos da pandemia. O Santinho Digital é uma maneira moderna e inteligente de chegar ao eleitor”, comenta Paulo Henrique.

Além do alcance, outra vantagem desta tecnologia está relacionada ao cuidado com o meio ambiente. Nem sempre os santinhos impressos são descartados nos locais apropriados e acabam virando lixo nas ruas, principalmente nos dias de votação, uma prática que tem sido cada vez mais repudiada pelos eleitores. “O Santinho Digital elimina este problema e mostra a consciência do candidato com as questões ambientais”, avalia Rafael. Mais informações sobre a ferramenta estão no site: www.santinhodigital.tk

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Frente fria pode causar gripes, resfriados e alergias

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Após a chuva, uma massa de ar polar deve chegar ao Estado de São Paulo nesta semana, derrubando as temperaturas.

A alternância de umidade elevada, devido às chuvas, e ar mais seco, de quando sai o sol, com temperaturas mais altas e mais baixas, é a condição ideal para a dissipação de vírus, ainda mais que este é um período em que as pessoas ficam mais tempo em ambientes fechados. Soma-se a isso o fato de o corpo humano não gostar de grandes oscilações na umidade e temperatura do ar, já é de se esperar uma onda de gripe, resfriado e alergias.

Típicos do inverno, nem sempre a pessoa precisa ir ao pronto atendimento ou hospital. Para quem está em dúvida, o Sistema Hapvida oferece atendimento on-line no conforto da casa, é a teleconsulta.

Sintomas como coriza, espirros, obstrução nasal são os problemas de saúde mais comuns e confundem as pessoas que, sem ter clareza do diagnóstico, muitas vezes acabam agravando seus quadros de saúde com a automedicação.

A alergia respiratória se caracteriza por coriza, espirros, coceira no nariz, obstrução nasal, normalmente sem febre, que aparecem de forma repentina. A obstrução nasal e os espirros também estão presentes no resfriado comum e ocorrem gradualmente em torno de 2 a 3 dias, explica a alergista do Hapvida, Adriana Miranda Melo.

O frio e a alta umidade favorecem a dispersão de alérgenos no ar, o que facilita o aparecimento dos sintomas, acrescenta ela.

Já o estado gripal é um pouco diferente. “Ele vem com febre, queda do estado geral, dores no corpo, e mais todos os sintomas iguais ao da alergia. As condições também se diferem no que diz respeito à duração da doença. O quadro de resfriado e gripe sem complicações duram de 7 a 10 dias e as alergias podem perdurar por muito tempo, dependendo da exposição ao alérgeno causador”, ressalta a médica. Agora, se os sintomas incluem dor de cabeça, secreção nasal abundante e dor na face, pode se tratar de sinusite que, segundo a médica, é inflamação da mucosa dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. “Ela pode ocorrer devido a uma infecção viral ou bacteriana ou ser secundária a quadro alérgico ou qualquer fator que atrapalhe a correta drenagem de secreção dos seios da face”, esclarece a alergista.

Mas Adriana ressalta que apenas um médico pode fazer a correta diferenciação das doenças e posterior tratamento. “O tratamento do resfriado comum e da gripe é de suporte, com o tratamento dos sintomas. No caso da rinite, faz se necessário a utilização de medicações específicas prescritas pelo alergista, como os anti histamínicos, corticoide nasal, entre outros”, alerta a médica. O diagnóstico rápido e com a comodidade de não precisar sair de casa, o que é importante em época de pandemia, ajuda na recuperação mais rápida. Com este objetivo, o Sistema Hapvida oferece o serviço de teleconsulta.

O beneficiário pode, no conforto de sua casa, consultar-se com um médico que vai avaliar os sintomas e, se necessário, prescrever receita e dar atestado. Como consulta presencial, o paciente tem direito a retorno para que um médico acompanhe a evolução do quadro. “Quando os sintomas são muitos graves, as pessoas devem buscar uma unidade hospitalar, caso contrário, por meio da teleconsulta, o médico vai avaliar o paciente e solicitar, se preciso, que vá até uma unidade para um tratamento mais específico. Isso evita a ida desnecessária a uma emergência quando apresentam sintomas leves que podem ser tratados em casa”, explica José Luciano Monteiro Cunha, diretor corporativo de Telemedicina do Sistema Hapvida.

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